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Mexico, Arbitragem, IA-China/EUA

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Repartições públicas do México em home work amanhã com a abertura da Copa do Mundo. Grande dispositivo para movimentação segura no acesso ao estádio Azteca e ao Fan Fest em Zócalo. Os últimos dias têm sido marcados por forte agitação sindical de professores em áreas de acesso ao estádio. Ao mesmo tempo, fortes críticas mundiais ao governo USA e à FIFA sobre proibição de entrada de árbitro somali. O parisiense " L'Equipe" escreveu esta manhã:  " O melhor árbitro africano de 2025, Omar Abdulkadir Artan seria o primeiro árbitro somali em Copa do Mundo mas teve recusada sua entrada em solo americano  alguns meses após declarações racistas de Donald Trump contra a Somália e seus habitantes." Dois importantes artigos sobre Inteligência Artificial, no New York Time e no South China Morning Post ( Hong Kong). 1.Na coluna " The World" do NYT, Katrin Bennhold, aborda efeitos da IA na política e no emprego. Um de seus entrevistados prevê situação comparável à rev...

Qualquer coisa

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 é só me chamar 

Podcast no Spotify

 Primeiro episódio do " Fala do Blog" está no Spotify.  No aplicativo Spotify, clicar em " podcastes" e escrever no espaço de busca o título ( Fala do Blog). É um trecho inferior a 3 minutos. Procurarei manter esta média. 

Preparando Podcast

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  E aproveito para informar que estou preparando podcast como complemento do blog. Falarei eu e pessoas convidadas. Em muito breve dou os detalhes. Para já fica a ideia de capa

Faltam 9 dias para começar

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Brasil x Panamá

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 Penúltima partida pré Copa do Mundo,  72 mil pessoas no Maracanã. Vitória facil (com alguns momentos difíceis no primeiro tempo). 6 a 2 no final ( 2 a 1 ao intervalo). A seleção brasileira utilizou 22 ( vinte e dois) jogadores no total. Contei bem? No próximo sábado último jogo de preparação com o Egito. 

Faleceu Edgar Morin

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  Nesta sexta-feira, 29 de maio, com 104 anos e 10 meses de idade. Grande cientista social francês com uma sequência de trabalhos influentes à escala mundial  Era pesquisador emérito do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS). Também deu aulas e dirigiu conferências na EHESS, onde eu próprio me diplomei. Durante a segunda guerra mundial foi resistente clandestino e após a libertação da França esteve no exército regular francês em operações na Alemanha.  O nome Morin era pseudônimo de guerra que, depois, manteve. O primeiro livro dele que eu li foi por alturas da insurreição estudantil de maio 1968: " Journal de Californie ". A partir daí acompanhei seus trabalhos, até aos mais recentes. Por tudo o que fez e significou presto minha homenagem em posição de silêncio e respeito.