Venezuela

 


Sem detalhar nem aprofundar no imediato, sublinho:

-A operação norte-americana foi altamente facilitada pela inação das forças governamentais venezuelanas e localização ingênua de Maduro.

- O discurso de Trump foi na maior parte voltado para exploração política interna.

-Na parte mais importante, ele anunciou que vai controlar ( " run") a Venezuela durante " algum tempo" e o petróleo passará a exploração de empresas USA.

Objetivos não declarados: 

- fazer do Caribe um mar USA e através da Venezuela pesar fortemente no desenvolvimento e inserção mundial de toda a Amazônia. 

- dar uma grande demonstração de poder mundial e reforçar o discurso de ocupar países ou territórios. 

Perguntas:

- o" run" de Trump será direto ou indireto? Neste caso com quais forças internas? Como se vai conduzir cada uma delas?

Por vezes, situações de guerra criam novos quadros geopolíticos e geoeconômicos. Neste âmbito estamos no limiar de conjunto amazônico-caribenho. Para já 5 países - além da Venezuela- me parecem cruciais: Trinidad e Tobago, Guiana, Suriname, Colômbia e Brasil. 

O secretário geral da ONU manteve a coerência defendendo o direito internacional. Não serve para nada. Os grandes ou médios hegemônicos, dotados de equipamentos como nunca houve na História, voltam à antiga fase desta em que o raciocínio era" se é mais fraco que eu, ataco".

Para quem desejou o tradicional feliz ano novo, é bom não esquecer que 2026 vai ter mais " surpresas" destas.



Aproveitem o final de semana. 


Comentários

  1. Há muitos desdobramentos por vir. O cenário, no entanto, pouco dialoga com a ideia de “feliz ano novo” quando observamos os impactos sobre soberania, democracia e princípios básicos.

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  2. A concordância com esse ataque abre procedentes para demais invasões. Uma questão: subtende-se que houve facilitação nessa captura? "Local ingênuo"...

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  3. Esta operaçao significa uma nova ordem mundial geopolìtica talvez em concordancia Usax Russia para a divisao de terras da Ucrania,Gronelandia e bloquear a China

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