A imparável tendência para o menor tamanho de material estrategico
A guerra iraniana segue, nesse ponto, a experiência ucraniana. Armamento de menor dimensão, fácil de operar e custos muito mais baixos, enfrentam, causam estragos e podem dissuadir potências com armas enormes e caríssimas.
É um dado que trabalhei bastante no meu recém publicado livro "Entre as Folhas do Jequitibá", nos cenários futuros quanto a ameaças sobre a Amazônia.
A Bloomberg hoje dá destaque:
Não é só no âmbito de combate armado. É tambem na Energia com os pequenos reatores modulares (PRM), verdadeira revolução na energia nuclear. US e China estão bem avançados nesta produção e a presidente da Comissão Europeia, em reunião de Cúpulas em Paris, reconheceu que foi erro estratégico da Europa ter negligenciado esta ferramenta de Energia. Não foi só da Europa. É na maioria dos países, incluindo alguns que possuem instalações de estudo e prática nucleares.



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