Não se envolver em guerras de opressores
É um ponto de topo para os Democratas Radicais. Só para falar de proximidades históricas, movimentos diversos se oposeram aos dois lados na primeira guerra mundial e até retirada da mesma.
Mais recentemente, durante os regimes ditatoriais, o conflito fronteiriço Argentina-Chile foi condenado pelos defensores da democratização. Atualmente no Sudão, as forças democráticas que conduziam a transição (e foram derrubadas pelos comandos militares) se opõem com firmeza à guerra entre estes.
A guerra no golfo pérsico é entre regimes hegemonistas e fundamentalistas de base religiosa-obscurantista ( facção também presente na base dos hegemonistas). Neste caso, não há margem para dar apoios, simplesmente enfraquecer os dois ou três ou quatro lados, e abrir o espaço de combate e solidariedade democráticos.
É como nas lutas entre ramos das "elites" que, em varios países se defrontram para monopolizar os centros de decisão e riqueza.
Gosto de trocar impressões com minhas grandes amizades, do bloco tamos juntos há décadas neste combate. O Eduardo diz-me de caras : " fundamentalista e imperialista que se afundem os 2", acrescentando que assim nos conduzimos desde a insurreição quase mundial de 1968.
Aqui fica pintura de I.A. baseada em foto de um dos nossos papos
Opinião idêntica do Tavares, ou seja, veteranos que estamos vivos não esquecemos princípios inegociáveis nem somos degrau para esses beligerantes.
Do Tavares registro aqui imagens de sua participação em recente exposição coletiva em Cayena ( colagem feita por mim)



Muito interessante... se defrontam para o controle passar desapercebido...
ResponderExcluirÉ preciso, realmente, pôr olhos de ver...
Obrigada pela narrativa sempre instigante, apimentada...